Este espaço reúne três mulheres, três trajetórias e três candidaturas do Movimento de Esquerda Socialista do PSOL, mulheres que se somam na urgência de transformar a política catarinense através do feminismo anticapitalista radical. Não somos uma candidatura coletiva, mas sim uma frente de mulheres corajosas ocupando espaços diferentes para garantir que nenhuma de nós seja deixada para trás. Nenhum passo atrás para as mulheres negras, migrantes e periféricas.
Nossa candidatura é uma resposta urgente ao discurso fascista que tem operado em Santa Catarina e que tem influenciado na vida de todes.
Se você também se indigna com o que vem acontecendo com o nosso estado, conheça as nossas candidatas:
Nossas candidatasSem mordaça, com liberdade de docência e valorização de quem ensina.
Combate à misoginia, homofobia, racismo e capacitismo em todas as instâncias.
Fomento popular, ocupação dos espaços públicos e valorização de artistas.
Mobilidade, moradia e tarifa zero para quem constrói o estado todos os dias.
Proteção das águas de SC e um estado construído sobre o ecossocialismo.
Defesa da vida e da dignidade das mulheres e crianças das periferias.

Professora, mestre em educação e doutoranda na linha trabalho e educação, Samara é organizada politicamente desde os 15 anos e há 5 anos constrói em Santa Catarina o Movimento de Esquerda Socialista. O apelido de onça, herdado do pai, caiu como uma luva: é altamente estratégica e não teme combater os poderosos catarinenses que propagam mentiras, misérias e opressões. Sua luta é pelo direito de viver — não apenas de sobreviver.

Ana Flávia, mulher, mãe e periférica, constrói sua luta a partir das vivências reais do cotidiano — com a convicção de que a política precisa ser feita por quem conhece o chão que pisa. Acredita na força da luta coletiva, na defesa da vida e da dignidade das mulheres e crianças das periferias, por justiça climática, pelo fim do genocídio da população negra e por um estado que pertença a quem nele vive e trabalha.

Vivi do Juntos, estudante de Geografia e futura professora, Vitória tem longa trajetória no movimento estudantil e sabe que a juventude catarinense precisa voltar a acreditar no futuro. Luta por educação 100% pública e gratuita, por tarifa zero e por uma mobilidade que garanta o direito de estudar, trabalhar e viver a cidade — e por um estado ecossocialista, com justiça social e ambiental para todes.









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